Cresce número de pessoas que optaram pelo batismo em 2019

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Dados foram apresentados pela Secretaria Executiva da sede sul-americana adventista durante Comissão Diretiva Plenária.

Por Felipe Lemos
19 de maio de 2019

Pastor Edward Heidinger mostra gráfico com mais de 100 anos de crescimento da Igreja na América do Sul (Foto: Gustavo Leighton)

Um relatório com um marco histórico evidencia o crescimento do adventismo na América do Sul ao longo dos anos. O pastor Edward Heidinger, secretário executivo da Igreja Adventista do Sétimo Dia para oito países sul-americanos, mostrou, em reunião da Comissão Diretiva Plenária da denominação neste domingo, 19, uma sequência que vai desde 1899 quanto ao crescimento do número de membros no Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, Peru, Bolívia e Argentina.

Nofinal  do século XIX, eram 795 membros em todos esses países. Em 1949, a Igreja Adventista na localidade ultrapassou 50 mil membros. E, em 1959, dez anos depois, chegou a 100 mil. Em 1990, pela primeira vez, passou a ter mais de 1 milhão de membros. E, em 2019, o número total está em 2 milhões e 500 mil membros.

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“Nós temos muito o que agradecer a Deus pelo crescimento que a Igreja Adventista tem experimentado ao longo das décadas”, ressaltou o pastor Erton Köhler, presidente da denominação em solo sul-americano.

Crescimento no quadrimestre

Em 2019, o número de decisões pelo batismo no quadrimestre apresentou crescimento. Foram 143.203 batismos neste ano. No mesmo período do ano passado foram 112.325. No ano passado, por exemplo, 213.450 pessoas se tornaram adventistas neste território.

E 207.720 pessoas deixaram, no mesmo período, de ser membros registrados. Destes, 193.840 pessoas saíram por apostasia (abandono da fé) ou nunca mais foram localizadas. Por outro lado, 13.880 faleceram.

Anuário estatístico

Na ocasião, também foi lançado o Anuário Estatístico da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul. Ele apresenta, de forma condensada, os números do desenvolvimento da Igreja em oito países sul-americanos. Além da parte descritiva, que é o núcleo do Anuário, há, também, uma parte analítica, que é expressa por meio de indicadores e do índice sintético de desempenho.

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