Educação Adventista do MS realiza ações de voluntariado na região do Pantanal

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Em 2019 a Educação Adventista no Mato Grosso do Sul tem investido em ações de voluntariado através de missões de curta duração para os alunos do Ensino Médio da Rede. No início de julho, foi a vez de duas esquipes de estudantes da capital, Campo Grande, levar mais esperança à região do Pantanal sul-mato-grossense

Por Rebeca Silvestrin
11 de julho de 2019

Sair da zona de conforto e levar os alunos para missões de curta duração, mas ao mesmo tempo, um período para vivenciar o voluntariado de maneira intensa. Esse foi o principal objetivo do projeto Esperança Pantanal, que aconteceu entre os dias 28 de junho e 07 de julho nas cidades de Bonito e Corumbá, é o que conta o líder da Educação Adventista no Mato Grosso do Sul, professor Jairo Fernandes. “Esse ano nós tivemos a participação dos nossos dois colégios com duas equipes. Uma em Corumbá e outra em Bonito, fazendo a missão de curta duração e colocando em prática aquilo que é aprendizado de sala de aula e das capelas. Nesse projeto, tudo o que eles têm ouvido e sido ensinados em sala, agora, tiveram a oportunidade de praticar em seu dia a dia”, explica.

Equipe de voluntários do Colégio Adventista Jardim dos Estados (CAJE), em Bonito (MS).

Com uma biodiversidade de encher os olhos, o Pantanal sul-mato-grossense já foi cenário e inspiração para novelas, filmes e canções. Mas, no mês de julho, essa mesma planície alagada conhecida internacionalmente vivenciou mais de perto o amor de Deus. “O objetivo do projeto é envolver os jovens na missão da igreja, dando a eles a oportunidade de desenvolver os seus dons e talentos em lugares de grande necessidade”, explica Jetro Castro, pastor do Colégio Adventista Campo-Grandense (CAC) e líder da equipe que atuou em Corumbá.

Através do projeto Esperança Pantanal jovens como a estudante Annelise Santana, deixaram de lado o período de descanso para dedicarem-se integralmente em favor do outro. “Foi importante pra mim e para os meus amigos sair de Campo Grande e fazer a missão, ao estar em um local diferente do que estamos acostumados e conhecer de perto a realidade de pessoas tão carentes de atenção. Nesse período a gente trabalhou com as crianças locais e pudemos ver no rosto delas a felicidade genuína em conviver com os voluntários. Algo que pra gente é tão pequeno, para eles pode fazer muita diferença”, recorda Annelise.

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