Igreja alerta sobre proliferação do mosquito da dengue no período de quarentena

0
34

Por Heron Santana
25 de março de 2020

Documento alerta para risco de igrejas fechadas devido a suspensão temporária das atividades se tornem focos de multiplicação do mosquito.

Atenta aos decretos governamentais e também seguindo recomendações de especialistas em saúde pública, a Igreja Adventista do Sétimo Dia segue há quase uma semana cumprindo a determinação de distanciamento social. Nos Estados da Bahia e de Sergipe, são cerca de 214,5 mil adventistas que se mantêm em suas casas; quase 3 mil templos continuam com atividades presenciais de culto temporariamente suspensas, além de reuniões e treinamentos. Além disso, os pequenos grupos foram orientados a permanecer inativos, funcionando por meio de reuniões virtuais, aguardando a possibilidade de voltar à normalidade dos serviços de culto e adoração.  Nesse cenário, uma preocupação mobilizou líderes da Igreja para esses dois estados nordestinos: a multiplicação do mosquito Aedes Aegypt nesse período de chuvas na região, e o aumento de doenças como dengue, zika e chikungunya.

“Estamos com as igrejas fechadas neste momento, quando ocorre o período de chuvas. É um momento de alerta para outro grande problema do país, que é a proliferação de arboviroses urbanas, doenças transmitidas pelo Aedes Aegypt. Por meio deste mosquito ocorrem a infecção e o surgimento de doenças”, disse o pastor Stanley Arco, presidente da União Leste Brasileria, sede da Igreja Adventista do Sétimo Dia para Bahia e Sergipe, em circular compartilhada com lideranças regionais da Igreja.

Segundo Stanley, o fato de as igrejas estarem fechadas precisa despertar um alerta em pastores e líderes das igrejas. “Precisamos tomar o cuidado para que, com as chuvas, as igrejas não se transformem durante o período de isolamento em focos de multiplicação deste mosquitos e proliferação de doenças como dengue, zika e chikungunya”, declarou.

A sede da Igreja para Bahia e Sergipe também entende que as famílias adventistas estão em casa neste momento, preocupadas com o impacto do coronavírus. Mas esta apreensão precisa ser despertada também para a possibilidade de outros perigos e ameaças.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here