Igreja quer estudar a Bíblia com pelo menos 87 mil pessoas na Bahia e em Sergipe

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Por Heron Santana
30 de maio de 2019

Em sentido horário, o evangelista João Batista sendo entrevistado pelo pastor Manoel Chaves: ele foi batizado em 1977 e já levou 350 pessoas ao batismo; as irmãs Shirley e Shenia, que foram batizadas durante o encerramento da comissão diretiva plenária, estudaram a Bíblia com Iran (ao centro), que demonstrou entusiasmo para ensinar a Palavra de Deus para as pessoas.

Em 1977, o evangelista voluntário João Batista recebeu estudos bíblicos e tornou-se membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, quando foi batizado no templo do bairro do Gusmão, em Eunápolis, no sul da Bahia, a 671 km de Salvador. Naquela ocasião, decidiu que iria levar o ensino da Bíblia para as pessoas, oferecendo um conhecimento capaz de proporcionar liberdade e salvação em Jesus Cristo.

Em 16 de junho de 2018, o adolescente Iran Freitas de Jesus, com apenas 13 anos, foi batizado em Quijingue, uma cidade na região do sisal no nordeste baiano, a 322 km da capital.

Há um elo que une os dois relatos acima: separados por uma distância de quase 800 km, com um recorte no tempo de 41 anos, as histórias de João e Iran formam as pontas de uma corrente de estudo e ensino da Bíblia que transformou centenas, talvez milhares de pessoas para um novo estilo de vida cristã.

João evangelizou Flávio e Osmar Borges, irmãos que se tornaram depois pastores adventistas; eles evangelizaram um colportor chamado Ismael, que deu estudos bíblicos para um jovem chamado Leonel, que levou a mensagem para Iran.

E a ramificação não encerrou na história do adolescente de Quijingue. Ele mesmo deu estudos bíblicos para as irmãs Shirley e  Shenia, que se batizaram na quarta-feira, dia 29 de maio, no encerramento da Comissão Diretiva Plenária da União Leste Brasileira, sede da Igreja Adventista para Bahia e Sergipe.

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