Igreja unida, igreja forte 

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Precisamos de uma Igreja em que a unidade seja um bem inegociável, e que esteja baseada na Palavra, envolvida no diálogo e apoiada no equilíbrio.

Por Erton Köhler
16 de outubro de 2020

Unidade na Igreja é algo idealizado por Deus e confirmado em Sua Palavra (Foto: Shutterstock)

“Portanto, se existe alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há profundo afeto e sentimento de compaixão, então completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor e sendo unidos de alma e mente” (Filipenses 2:1-2).

A Igreja Adventista do Sétimo Dia é conhecida por muitas características. Sua mensagem é bíblica, sua estrutura é sólida, seus membros são missionários e seu serviço à comunidade é relevante. Mas uma das marcas mais fortes é sua unidade. Estamos em 213 países do mundo, mantendo a mesma mensagem, estrutura e missão, que formam o tripé de nosso funcionamento. É esta unidade que prepara o terreno para a atuação do Espírito Santo, nos torna fortes e dá vida à missão.

Unidade não é o mesmo que uniformidade. É por isso que convivemos com diferentes culturas, ideias e estilos, dentro dos limites definidos pela Palavra de Deus. Como é emocionante ouvir a Igreja, em suas reuniões mundiais, cantar o hino “Oh! Que Esperança!”. Tantos idiomas, muitas diferenças, mas um só povo.

Na América do Sul somos 2,5 milhões de membros e quase 30 mil congregações. São realidades muito diferentes entre os países e também dentro deles. É um imenso desafio manter a unidade sólida, a mensagem pura e a missão forte. No entanto, como Igreja Adventista, estamos tentando fazê-lo da melhor maneira possível, apesar dos desafios. Trabalhamos com oração, diálogo e base bíblica. Buscamos honrar o nome de Deus em tudo.

Maneiras de se enxergar a Igreja

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus e a ampliação da influência das redes sociais, nossa unidade foi arranhada. Infelizmente é uma realidade a que muitas organizações e denominações também estão expostas. A mensageira do Senhor já havia alertado sobre isso quando disse que “alguns imaginam que é seu dever ser reparadores da igreja. Seus sentimentos naturais têm prazer em procurar faltas e defeitos nos outros; observam cuidadosamente para ver se descobrem algo para censurar, e se tornam mais e mais estreitos em suas ideias, até estarem prontos a fazer de alguém, por uma palavra, um ofensor” (Ellen White, Ministério Pastoral, p. 268).

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